"Quem caminha em direção a si mesmo corre o risco do encontro consigo mesmo. O espelho não lisonjeia, mostrando fielmente o que quer que nele se olhe; ou seja, aquela face que nunca mostramos ao mundo, porque a encobrimos com a persona, a máscara do ator. Mas o espelho está por detrás da máscara e mostra a face verdadeira." (Carl Gustav Jung)

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Vermelho sangue*

Há vida após a morte?
Há morte após a vida?
Há existência sem sangue?
Há sangue sem existência?

Morte como trote da vida descabida.
Sorte como mote da mania desunida.

Existência como penitência.
Sangue como chance.

Morrer ou viver?
Sangrar ou existir?

*Poema dedicado a José Mojica Marins e a seu popular personagem Zé do Caixão.

2 comentários:

Anônima disse...

Oi,

Você apagou o poema "Menina". Nossa, foi o que tinha mais gostado. Se meu comentário representou algum tipo de ofença a você, sinto muito, não foi a intenção.

Jefferson Assunção disse...

Apaguei nao. Ve se eu ia apagar.

Eh so vc ir em postagens mais antigas ou no arquivo do blog, q ela ta la.

Fica tranquila, relaxa.

Vc fez um otimo elogio e estou super curioso pra saber quem eh vc.

Ate deixei um comentario nessa poesia dizendo q se quisesse se revelar taqui meu e-mail:

assuncao33@hotmail.com

Bj